Eu queria ter meu notebook enquanto estava em Recife-PE, porque eu não queria deixar nenhuma das minhas idéias sem "transpassá-las" para o blog; mas é o que temos pra hoje.
Juntei-me a duas primas que conheço desde que nasci e pela primeira vez saímos juntas, saímos da cidade juntas, saímos do Estado juntas, saímos de nossas vidas juntas. E juntas ficamos por 5 dias em que jamais esqueceremos.
O carnaval em Recife/Olinda é um dos mais conhecidos do planeta Terra. Grande novidade, não é? Pois bem, tendo essa marca, seria ótimo se as pessoas em Recife/Olinda também fossem as melhores e mais educadas que encontraríamos por lá. Doce deletério.
Faz-se necessário encontrar alguém que tivesse o mínimo de consideração e amor pela própria cidade e que acolhessem os turistas de forma educada e paciente, porque, ao que consta, não sabíamos onde era nada naquela cidade enorme.
Era pedir demais que um motorista de ônibus soubesse por onde ele passaria? Qual o ponto mais próximo a um lugar tão evidente quanto as ladeiras de Olinda? Acho que não. E eu tão acho que não, que perguntávamos na maior educação, vinda de sangue azul da realeza natalense, e éramos respondidas com: sobe logo, minha filha. O ônibus vai sim. E tão sorte tínhamos que além de descer longe, a gente andava alguns quilômetros até chegar em nossa casa tão lotada de gente vazia.
O melhor de Recife/Olinda ficou lá pelas ladeiras dos quatro cantos, naqueles prédios restaurados e com aquela gente tão linda, vinda de todo lugar do Brasil.
Aos pernambucanos, minha paciência e sorriso amarelo. Eu esperava mais de vocês.
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